O Greenpeace lançou neste mês mais uma versão do “Guia dos
Eletrônicos Verdes”, um ranking que avalia o desempenho ambiental das
principais empresas de tecnologia do mundo. Apesar da espera de mais de
um ano por uma nova edição, o público foi recompensado com um relatório
mais rigoroso, com novos critérios de avaliação.
Dividido em três grandes temas – “Energia & Clima”, “Produtos
mais verdes” e “Operações Sustentáveis”, o Guia tem como objetivo
verificar se as metas ambientais prometidas pelas empresas estão de fato
sendo cumpridas. Essas metas estão relacionadas com a redução de
emissões de carbono, a retirada de produtos tóxicos dos aparelhos, o uso
de energia limpa na produção, o ciclo de vida dos componentes e as
práticas de reciclagem adotadas, entre outras.
A 17ª edição avaliou os esforços de 15 marcas. As companhias que
tiveram o pior desempenho, com pontuação abaixo de 3 (de um total de
10), foram Lenovo, Panasonic, Sony, Sharp, Acer, LG Eletronics, Toshiba e
a RIM (Blackberry), a pior de todas.
A HP foi considerada a empresa mais verde, com 5,9 pontos. Comparado
com o último resultado, do ano passado, a HP melhorou três posições,
enquanto a Nokia, que liderava o ranking desde 2008, agora está em
terceiro lugar. “HP e Dell são as únicas empresas no guia que
efetivamente excluíram fornecedores de papel ligados a práticas ilegais
de desmatamento. Junto com a Apple, a HP é uma empresa que fica na
frente por suas políticas e práticas com minerais”, diz o Guia.
A Apple, fornecedora da Greenstore
de produtos com as maiores características sustentáveis, ganhou
destaque por sair da nona posição e ocupar agora o quarto lugar do
ranking. Esse grande salto é resultado de melhorias em seus equipamentos
e também no empenho em dar destinação correta aos aparelhos que ela
produz. Segundo o Greenpeace, a empresa mantém ou participa de programas
de reciclagem em 95% dos países onde seus produtos são vendidos. Nos
Estados Unidos, quem retorna um aparelho da marca em boas condições para
ser usado por outros ganha um cupom promocional que dá desconto na
compra de um novo produto da Apple.
Em entrevista ao Guardian, o ativista do Greenpeace, Tom Dowdall ,
defende que apesar dos resultados “todas as empresas que integram o
ranking têm a oportunidade de demonstrar uma maior liderança em reduzir o
seu impacto ambiental”. E quem ganha com isso somos nós, consumidores,
que temos ao nosso alcance uma ferramenta indispensável para ajudar a
escolher com consciência, produtos de empresas que apostam em
responsabilidade ambiental!
Este blog tem por finalidade fornecer informações sobre ambientalismo e sustentabilidade, e toda atrocidade do bicho homem contra a natureza
sábado, 19 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
Despoluir água com casca de banana?
As toneladas de casca de banana jogadas no lixo pelos brasileiros, ajudando na superlotação dos aterros, podem ter um destino muito mais nobre: a despoluição da água contaminada pelas indústrias por metais pesados. Foi o que descobriu, em sua tese de mestrado, a química paulista Milena Boniolo, que agora procura pequenas empresas dispostas a aplicar a técnica
Pesquisa realizada neste ano, pela Fundação SOS Mata Atlântica, apontou que, atualmente, todos os cursos d’água do Brasil estão poluídos, entre outros resíduos, por conta dos metais pesados jogados na água pelas indústrias do país (saiba mais em: Todos os cursos d'água do país estão poluídos).
A situação não é boa e, ironicamente, podemos estar jogando fora, todos
os dias, toneladas de um dos resíduos mais promissores no processo de despoluição da água contaminada por efluentes radioativos: a casca da banana.
A descoberta foi feita pela química brasileira Milena Boniolo, especialista em tratamento de águas residuárias, que garante que, além de ser uma alternativa ao desperdício de alimentos
no país, o uso da casca da banana para livrar a água de metais pesados é
uma das opções mais viáveis e baratas para as indústrias nacionais
Por que a casca da banana pode ser usada na despoluição da água contaminada por efluentes radioativos?
Esta foi uma descoberta que fiz na época em que trabalhava no Ipen - Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, da USP. Eu sempre me dediquei ao estudo de soluções que visassem à descontaminação da água,
porque me interessava em buscar caminhos para tentar reverter este mal
que o próprio homem, e ninguém além dele, está causando ao planeta e que
pode ter consequências bem desastrosas. No entanto, todas as soluções
que encontrava para o problema da poluição da água por efluentes radioativos
- como as nanopartículas, por exemplo - eram caras e, por isso, não via
chances de popularizá-las no país. Até que, em um dos meus
experimentos, fiz uma farofa de casca de banana e
percebi que, ao jogá-la na água, ela atraia para si os metais pesados
presentes no recurso. A descoberta me fascinou, tanto que virou tema do
meu mestrado, e ao investigar melhor o fenômeno, descobri que a reação
química acontecia porque a casca da banana possui moléculas de carga
negativa que atraem para si substâncias carregadas positivamente, como
os metais pesados.
Mas por que você escolheu a banana como base da sua pesquisa?
Foi
uma sucessão de coincidências. Fiquei sabendo a respeito de alguns
trabalhos na Índia que utilizavam a palha do arroz - um alimento muito
comum no país - para remover o corante da água. Depois disso, comecei a
refletir: "O que tem na minha mesa, qual é a comida que não é
aproveitada 100% no meu país e que pode ser usada na descontaminação da
água?". Foi, então, que assisti na TV a uma reportagem sobre o desperdício de alimentos,
com dados de 2008, que dizia que, todos os dias, apenas na Grande São
Paulo, quatro toneladas de casca de banana são jogadas no lixo. Era a solução sustentável
que eu procurava, porque, além de resolver o problema da contaminação
da água por metais pesados, ela agrega valor a algo que consideramos
lixo, sem ser, e que ajuda a lotar ainda mais nossos aterros
sanitários.
Qual o passo a passo do processo de descontaminação da água com cascas de banana?
O
processo é simples. Para potencializar as propriedades da casca da
banana é preciso deixá-la exposta ao sol por dias e, em seguida,
triturá-la e peneirá-la. A farofa que se forma é colocada na água para
atrair para si os metais pesados. O foco do meu estudo foi o urânio,
já que entre os objetivos do Ipen estão as pesquisas nucleares, mas a
casca de banana também é capaz de atrair da água outros metais pesados
que impactam a saúde humana e o meio ambiente, como o cádmio, o níquel e o chumbo.
E o que é feito com a farofa de casca de banana após a despoluição da água? O processo gera algum tipo de resíduo?
Todo
o metal é indestrutível. Em alguns casos, é possível, apenas, gerar
subprodutos a partir dele, mas nunca destruí-lo. O objetivo da minha
pesquisa é transferir o metal de lugar. Ao concentrá-lo na casca da
banana, consigo tirá-lo da água. Em seguida, faço o processo contrário,
chamado de dessorção, que se caracteriza por um banho
de ácido, na farofa de banana, para separá-la dos metais pesados. Feito
isso, esses elementos podem ser usados em outros processos químicos e a
farofa de banana, reutilizada para a mesma função: a descontaminação da
água. No entanto, eu ainda não sei quantas vezes ela pode ser usada até
perder a função de despoluidora. Esse será o assunto da minha tese de
doutorado.
Por enquanto, a sua técnica foi aplicada, apenas, em laboratório. O que falta para aplicá-la em maior escala?
O
objetivo da pesquisa não é tratar a água para deixá-la boa para
consumo, mas sim ajudar as indústrias a descontaminar o recurso que
poluem, antes de devolvê-lo ao meio ambiente, a partir de uma
alternativa de baixo custo, bem brasileira, que não se assemelha em nada
com as caras tecnologias importadas do exterior para este fim. Por
isso, o que falta para aplicar a técnica em grande escala é uma empresa
nova, disposta a implantar o processo, que dura cerca de dois anos,
desde o início. Por enquanto, todas as indústrias que me procuraram já
têm um passivo ambiental, ou seja, já poluem a água e, portanto, começar
por elas é inviável, porque já são casos mais extremos e urgentes.
Quais as consequências da água contaminada por metais pesados para a saúde humana?
Os metais pesados são bioacumuladores,
o que significa que eles não saem do nosso corpo, quando são ingeridos.
Eles, apenas, se acumulam, podendo causar problemas de saúde que vão
desde intoxicação e problemas neurológicos até casos de câncer, que podem levar a morte. O caso de alguns metais pesados classificados como biomagnificantes -
o mercúrio, por exemplo - é ainda mais grave, porque suas propriedades
se potencializam na medida em que vai sendo ingerido por organismos
vivos. Isto é, se como um peixe que está contaminado, o mercúrio fará
mais mal a mim do que fez a ele, porque quanto maior o nível da cadeia
alimentar, pior os estragos que ele faz no organismo. O homem, por estar
no topo dessa cadeia, é o mais afetado por esses metais pesados
biomagnificantes.
E quais os malefícios que essa água poluída com metais pesados causa ao meio ambiente?
Muitos, mas entre os mais graves estão a perda da biodiversidade e dos serviços ambientais
prestados pelos corpos d’água aos seres vivos. Participei de um
congresso na Califórnia em que especialistas disseram que, atualmente,
40% dos rios da China já não têm mais nenhuma utilidade ambiental,
porque estão contaminados, em um nível irreversível, por metais pesados.
Eles são usados para navegação, mas nada além disso, porque, se
qualquer ser vivo entrar em contato com essa água, sua saúde corre
sérios riscos. Ou seja, os rios chineses são hoje meras paisagens e esse
cenário pode se repetir em qualquer país que não der a devida
importância à questão da contaminação da água por metais pesados,
inclusive no Brasil.
Avanços em bioenergia
Na FAPESP Week, pesquisadores brasileiros discutiram os recentes avanços científicos e tecnológicos e as perspectivas para a produção sustentável de biocombustíveis no mundo
A Bioenergia foi o tema de uma das sessões do simpósio FAPESP Week,
encerrado na quarta-feira (26/10) em Washington, Estados Unidos, na
qual pesquisadores brasileiros discutiram os recentes avanços
científicos e tecnológicos e as perspectivas para a produção sustentável de biocombustíveis no mundo.
Glaucia Souza, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, apresentou resultados do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN),
do qual é um dos membros da coordenação. O objetivo do programa,
segundo ela, é articular atividades de pesquisa e desenvolvimento em
laboratórios e empresas para promover o avanço do conhecimento e sua
aplicação na produção sustentável de energia a partir do etanol de
cana-de-açúcar.
Em sua apresentação, Souza relatou a estrutura e
divisões do programa, além de objetivos e resultados de alguns dos 56
projetos de pesquisa em andamento. A pesquisadora destacou a capacidade e
resistência dos atuais cultivares para produção de alimentos e energia a
custos compatíveis e o balanço energético positivo e baixa emissão de gases de efeito estufa das atuais variedades de cana.
Uma
indústria bem desenvolvida no Brasil, segundo a pesquisadora,
beneficia-se da produção de 80 toneladas de cana por hectare plantado,
com uma produção de 28 bilhões de litros de etanol em 400 usinas
instaladas no país. Souza ressaltou ainda que 47% da matriz energética brasileira é renovável. Em países em desenvolvimento é de 13% e cerca de 8% em países desenvolvidos.
A divisão de biomassa
do programa trata da rota tecnológica da produção de biocombustível
pela aplicação de técnicas de biologia molecular para aumentar a
produtividade da cana. Segundo a professora, da forma como é possível
fazer esse trabalho hoje, seriam necessários 12 anos para se chegar a
essa variedade de alta produção.
"O que queremos é acelerar esse
processo por meio da rota transgênica, usando marcadores moleculares",
disse Souza. Os projetos nessa divisão, segundo ela, estudam variedades
de cana, fazem o sequenciamento do genoma da cana, e desenvolvem
algoritimos para entender a complexidade do processo de geração de novas
variedades, entre outros temas.
PERSPECTIVA DA INDÚSTRIACarlos
Calmanovici, da ETH Bioenergia destacou o recente acordo firmado com a
FAPESP e a criação de um Centro de pesquisa e desenvolvimento na empresa
como uma oportunidade de desenvolvimento. A empresa possui duas usinas
no Brasil e pretende colocar outras sete em operação para chegar a uma
capacidade de produzir tês bilhões de litros de etanol até 14 milhões de
litros de etanol até 2013.
Em sua apresentação, Fernanda
Gandara, da Synthetic Genomics relatou o trabalho da companhia para
desenvolver processos para síntese de produtos de interesse por meio da
alteração do genoma de microrganismos.
"Estamos manipulando o
genoma de leveduras e alga fotossintética para que elas realizem as
funções que desejamos. A partir de fontes diferentes de carbono, como
biomassa de plantas ou dióxido de carbono, esses organismos transformam o
carbono absorvido em produtos de maior valor agregado, como, produtos
químicos, biocombustíveis ou novas fontes de alimentos ou fármacos"
Celular: inimigo do consumo consciente
Seduzidos pelas tecnologias dos novos modelos
de celular, trocamos de aparelho com uma rapidez incrível, sem nos dar
conta dos impactos que sua fabricação e descarte causam para o meio
ambiente e, também, para nossa saúde. Esse é o tema da nova animação do
Akatu Mirim
No Brasil, apenas em 2011, mais de 210 milhões de aparelhos celulares foram ativados. O número é maior do que a população inteira do país, que atualmente está em torno de 190 milhões - e o ano ainda nem acabou! -, o que comprova que tem muito brasileiro por aí usando mais de um celular e/ou trocando de modelo mais de uma vez por ano. Será que esse consumo exagerado é mesmo necessário?
Claro que não! O aparelho celular é importante para nos comunicarmos com nossos amigos e familiares quando estamos na rua - e, no caso dos adultos, pode ser um instrumento de trabalho muito útil -, mas não há necessidade alguma de trocar um aparelho que está em perfeito funcionamento por outro modelo mais novo, só porque, entre outros motivos, sua câmera fotográfica tem uma resolução maior, certo?
Este é o tema da nova animação do portal Akatu Mirim*, que pretende alertar todos nós a respeito da importância do consumo consciente de celulares - e, também, de outros aparelhos eletrônicos, como TVs, computadores e videogames.
Isso porque a fabricação desses produtos consome uma porção de recursos naturais - como água, petróleo, cobre e zinco - que, se consumidos em excesso e de forma desnecessária pelo homem, acabarão e farão muita falta aos seres vivos. Além disso, o descarte dos celulares também causa impactos para o meio ambiente e para a nossa saúde: eles ocupam espaço nos aterros sanitários e, ainda, contaminam o solo e a água.
Por isso, é muito importante que você pense bem antes de pedir outro celular aos seus pais. Será que você precisa, mesmo, de um novo aparelho? E, se a compra for realmente inevitável, não deixe de descartar seu celular antigo de forma correta: leve-o a um posto de coleta especializado em sua reciclagem.
No Brasil, apenas em 2011, mais de 210 milhões de aparelhos celulares foram ativados. O número é maior do que a população inteira do país, que atualmente está em torno de 190 milhões - e o ano ainda nem acabou! -, o que comprova que tem muito brasileiro por aí usando mais de um celular e/ou trocando de modelo mais de uma vez por ano. Será que esse consumo exagerado é mesmo necessário?
Claro que não! O aparelho celular é importante para nos comunicarmos com nossos amigos e familiares quando estamos na rua - e, no caso dos adultos, pode ser um instrumento de trabalho muito útil -, mas não há necessidade alguma de trocar um aparelho que está em perfeito funcionamento por outro modelo mais novo, só porque, entre outros motivos, sua câmera fotográfica tem uma resolução maior, certo?
Este é o tema da nova animação do portal Akatu Mirim*, que pretende alertar todos nós a respeito da importância do consumo consciente de celulares - e, também, de outros aparelhos eletrônicos, como TVs, computadores e videogames.
Isso porque a fabricação desses produtos consome uma porção de recursos naturais - como água, petróleo, cobre e zinco - que, se consumidos em excesso e de forma desnecessária pelo homem, acabarão e farão muita falta aos seres vivos. Além disso, o descarte dos celulares também causa impactos para o meio ambiente e para a nossa saúde: eles ocupam espaço nos aterros sanitários e, ainda, contaminam o solo e a água.
Por isso, é muito importante que você pense bem antes de pedir outro celular aos seus pais. Será que você precisa, mesmo, de um novo aparelho? E, se a compra for realmente inevitável, não deixe de descartar seu celular antigo de forma correta: leve-o a um posto de coleta especializado em sua reciclagem.
Variedade africana de rinoceronte é considerada extinta
Uma atualização da chamada lista vermelha das espécies ameaçadas da
União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em
inglês) tornou oficial a extinção do rinoceronte-negro-do-oeste (Diceros bicornis longipes).
Essa subespécie de rinoceronte-negro ultimamente só era encontrada em Camarões. No entanto, em 2006, quando se fez a última grande busca pelo animal na natureza, nenhum exemplar foi encontrado e, desde então, jamais se voltou a ver.
Seu primo, o rinoceronte-branco-do-norte (Ceratotherium simum cottoni) também está seriamente em risco, e aparece na categoria “possivelmente extinto na natureza”. O rinoceronte-javanês (Rhinoceros sondaicus) segue pelo mesmo caminho.
Mamíferos em risco – A IUCN monitora o estado de conservação de 61.900 espécies. Ela informa que 25% dos mamíferos do planeta estão ameaçados. Medidas de proteção poderiam salvar as espécies do desaparecimento.
Um exemplo de sucesso desse tipo de iniciativa é o rinoceronte-branco-do-sul (Ceratotherium simum simum), que, graças a políticas de conservação, viu sua população aumentar de menos de 100 animais no fim do século 19, para mais de 20 mil, atualmente.
O cavalo-de-Przewalski (Equus ferus przewalskii), tido como extinto em 1996, já tem uma população de mais de 300 espécimes, graças a um programa de reprodução. (Fonte: Globo Natureza)
Essa subespécie de rinoceronte-negro ultimamente só era encontrada em Camarões. No entanto, em 2006, quando se fez a última grande busca pelo animal na natureza, nenhum exemplar foi encontrado e, desde então, jamais se voltou a ver.
Seu primo, o rinoceronte-branco-do-norte (Ceratotherium simum cottoni) também está seriamente em risco, e aparece na categoria “possivelmente extinto na natureza”. O rinoceronte-javanês (Rhinoceros sondaicus) segue pelo mesmo caminho.
Mamíferos em risco – A IUCN monitora o estado de conservação de 61.900 espécies. Ela informa que 25% dos mamíferos do planeta estão ameaçados. Medidas de proteção poderiam salvar as espécies do desaparecimento.
Um exemplo de sucesso desse tipo de iniciativa é o rinoceronte-branco-do-sul (Ceratotherium simum simum), que, graças a políticas de conservação, viu sua população aumentar de menos de 100 animais no fim do século 19, para mais de 20 mil, atualmente.
O cavalo-de-Przewalski (Equus ferus przewalskii), tido como extinto em 1996, já tem uma população de mais de 300 espécimes, graças a um programa de reprodução. (Fonte: Globo Natureza)
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